14 DE MARÇO DIA NACIONAL DA POESIA
LUGAR NENHUM
Às vezes sinto na minha alma
Uma angústia muda
Feito morte súbita
Um longo silêncio
Que mostra o vazio
Da enorme solidão
Expressa em meu olhar
É a certeza tão real
De que a vida e a paz celestial
Este mundo mau
Não poderá nos dar
Será que tanta violência
A falta de decência
Esse corre-corre
O frenesi de almas
Tão desesperadas
Vai nos tirar dessa
Triste solidão
Em meio a multidão
Que segue em passos apressados
Sem olhar pros lados
A direção que aponta pra lugar nenhum?
Cirlene Feliciano dos Santos Marinho
Do livro Grandes Escritores do Rio de Janeiro - LITTERIS EDITORA
Às vezes sinto na minha alma
Uma angústia muda
Feito morte súbita
Um longo silêncio
Que mostra o vazio
Da enorme solidão
Expressa em meu olhar
É a certeza tão real
De que a vida e a paz celestial
Este mundo mau
Não poderá nos dar
Será que tanta violência
A falta de decência
Esse corre-corre
O frenesi de almas
Tão desesperadas
Vai nos tirar dessa
Triste solidão
Em meio a multidão
Que segue em passos apressados
Sem olhar pros lados
A direção que aponta pra lugar nenhum?
Cirlene Feliciano dos Santos Marinho
Do livro Grandes Escritores do Rio de Janeiro - LITTERIS EDITORA
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